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Saída de campo: Observação e Identificação de Borboletas diurnas

As borboletas, para além de enriquecerem a paisagem e nos maravilharem com um espetáculo colorido a pulular entre as flores, prestam-nos serviços consideráveis pois tal como as abelhas são insectos polinizadores. Esta saída de campo tem lugar na excelência do território da Rede Natura 2000 e pretende lançar as bases na identificação das espécies mais comuns de borboletas diurnas, sensibilizando para a importância da sua conservação.

Data: 24 de Agosto de 2019

Local: Serapicos – Vimioso (largo principal, junto ao café da associação)

 

Programa:

09:30 – Encontro de participantes

09:45 – Breve introdução aos lepidópteros (borboletas)

10:00 – Início do percurso para observação de borboletas diurnas

12:00 – Fim da actividade

 

A participação é gratuita mas a inscrição é obrigatória.

Vagas preenchidas. Inscrições encerradas

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Formação: A arte de contar histórias e a educação

A arte de contar histórias e a educação

“Não se pede ao contador um pedaço da vida do dia-a-dia, mas um grande pedaço de sonho…como se nós estivéssemos lá.” Henri Verneuil

As histórias assim vividas permitem o desenvolvimento de várias competências nos nossos alunos, filhos, no nosso público. Para além de poderem ser um veículo de conteúdos e aprendizagens concretas, as histórias permitem o sonho, desenvolvem a criatividade, colocam-nos no lugar do outro e ao mesmo tempo permitem que nos conheçamos melhor e que aprendamos a reagir em diferentes situações. São um momento vivido de forma intensa individualmente e em grupo.

Mas como tornar uma história contada um pedaço de sonho?

 

PROGRAMA

Dia 25 de Maio (Sábado)

14:00h- Uma história para ti. (formadora)

14:30h- Conta-me uma história!

– Como preparar uma história;

– Como preparar uma sessão de histórias.

15:30h- Dinâmicas individuais e de grupo: a voz, a expressão facial e corporal, a improvisação.

17:00h- Fim

Dia 26 de Maio (Domingo)

10:00h- Finalização da preparação das apresentações (individualmente);

11:00h- Uma história para ti. (formandos)

13:00h- Fim.

 

Destinatários: Professores e educadores de todos os níveis de ensino, formadores, contadores de histórias, público no geral com idade superior a 16 anos.

INSCRIÇÕES GRATUITAS, mas obrigatórias. Inscreva-se aqui

Nº mínimo de participantes: 8

Nº máximo de participantes: 12

Os participantes devem trazer uma pequena história (página A4) que gostem muito e que queiram contar.

 

Alexandra Vaz, professora de Biologia e Geologia, pós graduada em Gestão e Administração Escolar e Educacional e mestre em Biologia. Para além do ensino foi coordenadora do serviço educativo do Museu, da Máscara e do Traje e professora destacada no Centro de Ciência Viva de Bragança onde atualmente integra a equipa de coordenação do projeto Escola Ciência Viva. Desde 1993 que faz parte do grupo de teatro amador TEB, tendo participado como atriz em muitas produções no âmbito do teatro e das artes performativas. Desde 2008 que se tem especializado na arte de contar histórias no âmbito da qual criou e tem vindo a desenvolver o projeto Faz de Conto.

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Biodiversidade a 100 por censo

A chegada da Primavera ao Nordeste transmontano celebra-se com a realização da iniciativa “Biodiversidade a 100 por censo” uma actividade que pretende descobrir e censar a fauna e flora do vale do Rio Angueira.

Esta actividade decorrerá nos próximos dias 18 e 19 de Maio em Serapicos, Concelho de Vimioso. Esta região encontra-se num local privilegiado, numa zona de transição entre o Planalto Mirandês e os vales dos rios Angueira, Sabor e Maçãs, o que permite a existência de condições excepcionais para a ocorrência de algumas das espécies de fauna e flora mais emblemáticas. Estes vales constituem-se como autênticos santuários de biodiversidade, estando integrados na sua totalidade no espaço da Rede Natura 2000.

Com esta actividade pretende-se que os participantes aprendam as diversas técnicas de censo para fauna e flora, mas também que as apliquem directamente no terreno, permitindo a obtenção de dados que ajudem a censar a biodiversidade existente na região. Para tal, foi convidado um grupo de especialistas nas mais diversas áreas da Biologia como formadores para esta actividade, que serão sem dúvida o garante de um fim-de-semana em pleno.

 

PROGRAMA completo disponível aqui

 

A actividade é gratuita mas a inscrição é obrigatória e as vagas são muito limitadas!

Para se inscrever preencha o formulário disponível aqui

 

Formadores e respectivas áreas da Biologia:

Amílcar Teixeira (ESA-IPB) – Ictiofauna

Bárbara Fráguas / José Jambas (ORIOLUS) / Avifauna | Anilhagem

Francisco Amorim e Vanessa Mata (CIBIO-InBIO) – Quirópteros

Francisco Álvares e Joana Casimiro (CIBIO-InBIO): Mamíferos de médio e grande porte – carnívoros e ungulados

Joana Paupério (CIBIO-InBIO): Micromamíferos

Joana Marques (CIBIO-InBIO): Líquenes

José Teixeira (CIBIO-InBIO): Répteis e Anfíbios

Maria Villa; Isabel Cristina de Sousa Rodrigues (ESA – IPB): Entomofauna

Paulo Alves e Duarte Silva (FLORADATA) – Botânica

Rui Cardoso Ramos (FUNGIFRESH): Micologia

Tiago Magalhães (Monte Barata) – Borboletas diurnas e nocturnas

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Workshop: Identificação de Borboletas, Libélulas e libelinhas

Ao longo do tempo as borboletas, as libélulas e as libelinhas, têm conquistado cada vez mais a nossa admiração com a sua beleza e fragilidade, tornando-se assim dos insetos mais populares. Estes insetos desempenham um papel muito importante nos ecossistemas e preponderante nas nossas vidas, tornando-se um elemento útil em estudos de qualidade ambiental.

Com este workshop pretende dar-se a conhecer algumas das espécies existentes na região, fundamentar o gosto pela natureza e sensibilizar para a preservação da biodiversidade que nos rodeia e para compreensão da importância dos insetos, nomeadamente das borboletas, libélulas e libelinhas.

Uma oportunidade única para explorar a natureza e para aprofundar conhecimentos sobres estes Insetos!

Programa

Dia 11

Manhã – 10:00 – 12:30

Apresentação – Objetivos e programa de formação.

Introdução aos Insetos – Evolução e filogenia, características gerais, morfologia e ciclo de vida, diversidade.

Introdução às Borboletas Diurnas (grupo Rhopalocera) – Identificação das famílias de borboletas diurnas portuguesas;

Introdução às Libélulas e Libelinhas (Ordem Odonata) – Identificação das famílias de libélulas e libelinhas portuguesas;

(Almoço)

Tarde – 14:00 – 18:00

Saída de campo – Observação e identificação de borboletas e libélulas

Diversidade de espécies Borboletas Diurnas – Identificação e características distintivas

Diversidade de Libélulas e Libelinhas – Identificação e características distintivas

Dia 12

Manhã – 10:00 – 12:30

Saída de campo

Observação e identificação de borboletas e libélulas (continuação)

(Almoço)

Tarde – 14:00 – 17:00

Diversidade de espécies Borboletas Diurnas – Identificação e características distintivas (continuação)

Diversidade de Libélulas e Libelinhas – Identificação e características distintivas (continuação)

Avaliação de conhecimentos – Exercício de identificação de 50 espécies de borboletas e libélulas portuguesas.

Aconselha-se que os participantes tragam máquina fotográfica para o registo das espécies observadas durante as saídas de campo.

Formadores: Patrícia Garcia-Pereira | Eva Monteiro | Albano Soares

Atividade GRATUITA. Vagas limitadas a 15 pessoas. Inscrições obrigatórias aqui

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Workshop de Ilustração Científica Biológica

Na representação do mundo natural através do desenho e da pintura, o artista tem que ser também cientista. Ele tem que aprender a ver para bem poder desenhar. O que ele desenha torna-se o seu objeto de estudo. O ilustrador aprende ao desenhar e transmite esse conhecimento. O produto do seu trabalho reflete a sua personalidade, a sua época, os seus interesses e objetivos, mas está totalmente comprometido com a realidade. A ilustração científica destina-se à comunicação de conhecimento, quer entre especialistas, quer ao público geral. Ela pode ser biológica, mostrando um determinado organismo com o maior detalhe e rigor, onde podem ser realçados certos aspectos de um animal (por exemplo), mostrá-lo de diferentes ângulos e em várias posições. Pode ser ecológica, mostrando o organismo no seu habitat ou em interação com outros seres. Pode ser etológica, mostrando o comportamento de determinado animal.

O ilustrador científico tem a liberdade que o desenho lhe dá, pode utilizar diferentes técnicas e materiais, mas não pode fugir à realidade. É aqui que ele difere do artista plástico.

Leonardo da Vinci escreveu: “Os pintores não imitam a natureza copiando o visível mas exprimem-na, graças ao seu conhecimento e à sua análise da estrutura dos corpos, até capturarem o invisível sopro da vida.” (texto de Marcos Oliveira)

Este workshop é uma introdução à ilustração científica; seus métodos e técnicas tradicionais (não digitais) com destaque para a técnica da aguarela.

Destina-se a pessoas maiores de 12 anos, com desejo de aprender e praticar a ilustração de carácter científico biológico.

 

PROGRAMA

04. MAIO

10h – 12.30h – almoço – 14h – 18.30h

– Breve introdução à ilustração científica.

– Apresentação de exemplos

– Demonstração prática de uma pintura em aguarela

– Execução de um desenho preliminar pelos alunos

 

05.MAIO

10h – 12.30h – almoço – 14h – 18.30h

– Pintura de uma ilustração pelos alunos com acompanhamento do formador

 

Vagas limitadas a 15 pessoas.

Curso Gratuito, com inscrições obrigatórias. Inscrições aqui

IMPORTANTE – Todos os participantes devem trazer:

– lápis

– papel de aguarela de 300gr de grão fino ou satinado

– aguarelas em tubo ou em pastilha (recomendado em tubo)

– pincéis para aguarela (números do 1 ao 8. Trazer todos ou só alguns desses números).

– papel de esquiço (vegetal),

– fita-cola

– godés.

NOTA: É fundamental que estes materiais tenham todos uma qualidade aceitável, caso contrário não se conseguirão atingir os resultados esperados.

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Curso de Introdução à Identificação de Orquídeas Silvestres

A família das orquidáceas portuguesas é composta por cerca de setenta espécies, incluindo híbridos e variantes morfológicas, algumas das quais endémicas, apenas observadas nas ilhas dos arquipélagos dos Açores e da Madeira. Em Portugal, existem 16 géneros. A destruição do seu habitat é a sua maior ameaça, pelo que, urge preservar os espaços naturais ou semi-naturais que ainda subsistem. Este curso pretende dar a conhecer um dos mais belos grupos de plantas e um dos maiores êxitos da evolução vegetal, as Orquídeas Silvestres.


Formador:  

José Alfredo Brites Monteiro, licenciado em Biologia pela Universidade de Coimbra – Ramo Científico.  Desde 1997 que se dedica ao estudo e recolha de dados acerca das orquídeas silvestres portuguesas. Colabora com entidades locais e individuais no levantamento e protecção deste património natural. Desenvolve a colaboração e o intercâmbio na troca de informação sobre orquídeas nacionais. Realiza exposições de fotografias sobre orquídeas silvestres nacionais, com o objectivo de dar a conhecer e a preservar.


Programa:

Dia 27 de abril – sábado – Casas de Serapicos – PINTA – Serapicos – Vimioso

10:00 h – Receção aos participantes;

10:15 h – Morfologia; Principais Géneros (Dactylorhiza, Epipactis, Platanthera, Ophrys, Orchis e Serapias);

11:00 h – Pausa para Café;

11:15 h – Reprodução; Polinização; Hibridismo; Anomalias Genéticas e Variações Cromáticas.

12:30 h – Almoço;

14:15 h – Saída de Campo

17:30 h – Fim dos trabalhos

 

Dia 28 de abril – domingo (período da manhã):

9:00 h – Saída de campo

12:30 h – Fim dos trabalhos

Atividade GRATUITA. Inscrições obrigatórias e limitadas a 15 pessoas.

Para se inscrever, por favor preencha o formulário disponível aqui

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Saídas de campo – Plantas e Cogumelos Silvestres comestíveis de Primavera

Apresentação:

Nos próximos dias 6 e 7 de Abril terão lugar no PINTA duas saídas de campo em diferentes habitats com o objectivo de dar a conhecer a diversidade de plantas e cogumelos silvestres comestíveis. Estas saídas de campo pretendem lançar as bases na identificação de espécies com potencial de aproveitamento bem como dar a conhecer as paisagens Primaveris do Nordeste Transmontano.


Programa:

6 de Abril – Campo de Víboras

14:00h – Encontro de participantes junto à igreja de campo de víboras

14:15h – Saída de campo para recolha e identificação de plantas e cogumelos silvestres comestíveis

16:30h – Exposição e classificação dos exemplares recolhidos

17:30h – Encerramento dos trabalhos

7 de Abril – PINTA

10:00h – Encontro de participantes nas instalações do PINTA

10:15h – Saída de campo para recolha e identificação de plantas e cogumelos silvestres comestíveis

12:30h – Exposição e classificação dos exemplares recolhidos

13:30h – Encerramento dos trabalhos


ATIVIDADE GRATUITA, mas de inscrição OBRIGATÓRIA.

Para se inscrever, por favor preencha o formulário disponível aqui

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Oficina de Escrita e Comunicação

30 e 31 de março de 2019

30 de Março: Oficina de escrita

Apresentação:

Com a abundância de aparelhos que temos sempre à mão, a escrita vai-se impondo cada vez mais na comunicação quotidiana. Mas será que escrevemos com a mesma facilidade quando a situação exige mais cuidado? Quando queremos alimentar um blogue, relatar as nossas viagens, escrever um post nas redes sociais, responder a uma proposta de empregou até quando pretendemos cumprir o sonho adiado de contar as nossas histórias, reais ou imaginárias.

Como enfrentar então o dilema da página em branco? Como construir um relato coerente? Como adaptar a escrita a situações distintas, mantendo um estilo que nos distinga? Como detetar erros comuns e evitar as armadilhas do novo Acordo Ortográfico?

Num programa condensado, com muitos exemplos e exercícios práticos, esta oficina de escrita procura dar resposta a estas e outras questões, ajudando a soltar as palavras e as ideias.

Programa

09:00: A PÁGINA EM BRANCO – Desbloquear a escrita

O TEXTO EM CONSTRUÇÃO – Palavras à solta

PESSOAIS E PLURAIS –Personalizar e distinguir diversas formas de escrita

13:00: Pausa para almoço

14:30: RESPIRAR, INSPIRAR – Saída breve em busca de inspiração

EM BOM PORTUGUÊS – Erros comuns, acordo ortográfico: modo de usar

MENOS É MAIS – Edição

ENTREGA DE BIBLIOGRAFIA COM DICAS E INFORMAÇÕES ÚTÉIS

18:30 Final do workshop

Destinatários: Todos os que, independentemente da idade, gostem ou precisem de escrever, por motivos pessoais, profissionais ou por mero prazer. Quem pretende desenvolver uma história, construir um site, ser mais fluido nas escritas quotidianas. Quem quiser aprender a soltar as palavras e as ideias

Ana Pedrosa viveu no Porto e arredores durante a maior parte da sua vida até resolver lançar raízes numa aldeia de Trás-os-Montes, para onde se mudou com a família em 2010. A curiosidade e um certo espírito nómada levaram-na a fazer da escrita de viagens o seu modo de vida. Embora se comova com as paisagens islandesas e suspire pelas manhãs de névoa na Galiza, o que mais aprecia é estar com os habitantes locais, seja na Turquia ou em Cabo Verde, no Bornéu ou na China. Por isso gosta tanto de partilhar um chá com uma família mongol no deserto do Gobi, como de aprender a fazer alheiras com as atuais vizinhas. Conta com inúmeros artigos publicados na imprensa portuguesa (Público, Volta ao Mundo, Evasões, Elle, Rotas & Destinos, Grande Reportagem, entre outros títulos) e estrangeira, onde se incluem as revistas espanholas Península e Descubrir e a norte-americana Voyageur. Foi colaboradora regular da revista online Papel e contribui para o portal de alojamento Hotelandia. Também elaborou rotas temáticas para a fundação luso-espanhola Rei Afonso Henriques, fez os textos para uma brochura sobre a Reserva da Biosfera Transfronteiriça Meseta Ibérica e escreveu sobre várias vertentes da oferta turística do concelho de Bragança.

Alguns dos textos publicados podem ser lidos em: https://www.antoniosa.com/editorial/

31 de Março: Oficina de comunicação

Ação de formação de curta duração (3 horas) certificada pelo CFAEBN (Centro de Formação da Associação de Escolas Bragança Norte)

Comunicação é uma palavra derivada do termo latino “communicare”, que significa partilhar, participar algo, tornar comum.Mais do que transmitir informação, comunicar significa partilhar informação, emitir e receber um feedback. Tanto o falar como o ouvir são elementos fundamentais no ato de comunicar. Como podemos melhorar a nossa capacidade de comunicar oralmente, numa sala de aulas, num auditório, num jardim…? Quais são os “ruídos” que posso evitar e/ou trabalhar para melhorar a minha performance como professor, formador, contador de histórias, aluno…?

Programa

10:00h – COMUNICAR, O ANTES E O DEPOIS I: dinâmica individual e em grande grupo;

10:30h- INFORMAR ≠ COMUNICAR: discussão em grande grupo;

– O “RUÍDO” NA COMUNICAÇÃO ORAL- o que podemos trabalhar;

11:30h- Exercícios práticos:

– exploração de habilidades vocais: projeção, intensidade, ressonância, articulação e dicção,

tempo e ritmo;

– Exploração da expressão corporal e facial.

12:30h- COMUNICAR, O ANTES E O DEPOIS II: dinâmica individual e em grande grupo;

13:00h- Fim

Destinatários: Professores e educadores de todos os níveis de ensino, formadores, contadores de histórias, público no geral com idade superior a 16 anos.

Alexandra Vaz, professora de Biologia e Geologia, pós graduada em Gestão e Administração Escolar e Educacional e mestre em Biologia. Para além do ensino foi coordenadora do serviço educativo do Museu, da Máscara e do Traje e professora destacada no Centro de Ciência Viva de Bragança onde atualmente coordena o projeto Escola Ciência Viva. Desde 1993 que integra o grupo de teatro amador TEB, tendo participado como atriz em muitas produções no âmbito do teatro e das artes performativas. Desde 2008 que se tem especializado na arte de contar histórias no âmbito da qual criou e tem vindo a desenvolver o projeto Faz de Conto.

ATIVIDADE GRATUITA, mas de inscrição obrigatória!

Número máximo de participantes: 15

Para inscrições, preencha o formulário disponível aqui

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III Semana da Gestão Agroflorestal Sustentável – Vimioso 2019

Nota introdutória

Vive-se hoje um momento em que o espaço rural e a sua dinamização surgem no centro do discurso dos agentes de desenvolvimento e decisores políticos, apontando-o como um meio privilegiado e de oportunidades para a implementação de novos projetos, nomeadamente por gerações relativamente jovens, não só de origem local mas também de origem urbana, instruídas e com intervenções dinâmicas.

O desenvolvimento rege-se agora por princípios económicos mas também ambientais e sociais, onde se procura um equilíbrio entre o crescimento económico das regiões, o aumento da qualidade de vida das populações, mas também a criação e implementação de modelos integrados e sustentáveis de gestão do território.

Os territórios rurais são assim entendidos como espaços abertos de potencialidade económica, e portanto, sistemas que devem ser valorizados numa perspetiva de produção sustentável do sector agroflorestal, que integre e respeite a cultura e as tradições locais, que valorize e potencie os recursos endógenos e que caminhe para uma gestão correta e cuidada dos recursos naturais, incluindo o solo, água, a paisagem e os recursos genéticos autóctones (vegetais e animais), para o benefício desta e das gerações futuras.

É nesta lógica que o Município de Vimioso, em conjunto com a Associação Portuguesa de Tracção Animal – APTRAN, a Associação ALDEIA, o Centro de Investigação de Montanha – CIMO e a Escola Superior Agrária do Instituto Politécnico de Bragança, em colaboração com a SPCF – Sociedade Portuguesa Ciências Florestais, promovem a III Semana da Gestão Agroflorestal Sustentável, a decorrer em Vimioso no entre os dias 10 e 15 de Abril de 2019.

Pretende-se com esta iniciativa contribuir para o desenvolvimento desta região transfronteiriça, enquanto parte integrante da Reserva da Biosfera Transfronteiriça Meseta Ibérica. Na génese da Semana da gestão agroflorestal sustentável surgem os mesmos princípios que a UNESCO recomenda aquando da criação de uma reserva da Biosfera: conciliar a atividade humana e a preservação do património natural e cultural com um desenvolvimento socioeconómico sustentável da região.

 

▪ Objetivos Gerais da Semana da gestão agroflorestal sustentável:

– Reunir em Vimioso sectores da sociedade que com o seu trabalho tenham contribuído para uma correta gestão do território, fomentando o intercâmbio de experiências, ideias e estratégias;

– Cruzar perceções e perspetivas dos atores e autoridades locais e regionais sobre a problemática do uso do meio nos espaços rurais onde intervenham;

– Reunir conhecimento científico sobre o papel essencial da gestão agroflorestal sustentável no combate à degradação, desertificação e despovoamento, bem como para a manutenção de resiliência ao fogo e às alterações climáticas dos territórios transfronteiriços;

 

▪ Estrutura:

A Semana da Gestão Agroflorestal Sustentável estará dividida em dois eventos:

– Seminário Técnico sobre o Fogo e a Paisagem (data: 10 e 11 de Abril de 2019);

(Inscrições no Seminário Técnico)

– Curso avançado: a tração animal na gestão agroflorestal sustentável (V edição) (12 a 15 de Abril de 2019).

(Inscrições no Curso avançado)

Evento 1 – Seminário Técnico sobre o Fogo e a Paisagem

Este seminário será composto por sessões técnico-científicas, envolvendo as instituições de ensino e investigação nacionais e internacionais que, com o seu conhecimento especializado, contribuam de forma significativa para a busca de soluções integradas para os problemas do território.

 

Programa dia 1

09.00 – Abertura do secretariado, registo dos participantes e entrega de documentação;

09.45 – Sessão de abertura

10.00 – O Fogo prescrito vs fogo proscrito. Emanuel Oliveira – Técnico Consultor na área dos Fogo Florestais;

11.00 – Pausa para café

11.30 – A experiência das EPRIF (Equipas de Prevenção Integral de Incêndios Florestais) na Galiza – Queimar Educando. Antonio Agullo, Técnico Analista Flanconorte Portugal;

12.30 – Pausa para almoço

14.00 – O papel e a importância da aplicação dos Planos Regionais de Ordenamento Florestal. João Azevedo, Membro do Observatório Técnico Independente(OTI) para os Incêndios Florestais;

15.00 – Quais as competências e o papel da CIM na defesa da floresta contra incêndios. CIM Terras de Trás-os-Montes (orador a confirmar);

16.00 – Reunião Anual do Conselho Florestal do Nordeste (CFNor)

17.30 – Encerramento dos trabalhos.

Programa dia 2:

Manhã
09.30 as 13.00 – Demonstração prática de fogo prescrito / formação para agentes florestais locais / regionais;

Tarde:

14.30 as 16.30 -Laboratório ao ar livre: avaliação prática de campo dos resultados obtidos no uso de fogo prescrito (da responsabilidade do CIMO, ESA-IPB)

 

  • Especialistas convidados:

– Emanuel Oliveira (Técnico Consultor na area dos Fogo Florestais) (confirmado)

– Felicia Fonseca (CIMO / ESA-IPB)(a confirmar)

– Carlos Aguiar (CIMO / ESA-IPB) (confirmado)

– Jacinto Benhadi Marín (CIMO / ESA-IPB)(a confirmar)

 

▪ Público-alvo do seminário

O Seminário destina-se a um público de amplo espectro, desde a comunidade científica e técnica da região, a estudantes do ensino superior, autarcas, empresas, associações e atores a título individual com intervenção ou interesses e atuação no sector florestal.

 

Evento 2 – Curso avançado “A tração animal na gestão agroflorestal sustentável”

A Semana da Gestão Agroflorestal Sustentável continua com a realização da IV edição do Curso avançado “A tração animal na gestão agroflorestal sustentável”, este ano dedicada inteiramente ao tema da Gestão Florestal Sustentável.

Numa região onde a utilização da tração animal foi uma realidade constante até há muito pouco, e onde existem ainda pequenos produtores que continuam a recorrer a esta tecnologia, importa fomentar modelos de desenvolvimento sustentáveis com a promoção de práticas culturais compatíveis com a preservação da agrobiodiversidade e a conservação do solo, introduzindo o conceito de tração animal moderna numa estratégia lógica de desenvolvimento rural.

Observa-se um crescente e renovado interesse pelo uso da tração animal como uma fonte de energia renovável, de menor impacto e economicamente viável, capaz de reduzir as emissões de carbono, de estimular a autossuficiência e reduzir o consumo de recursos não renováveis.

É importante pois criar linhas de ação que acompanhem a consciência ecológica (mas também económica) que surge no seio da sociedade moderna, assente na necessidade de reduzir a motorização e industrialização excessivas em sectores como o florestal.

A importância emergente da tração animal como uma alternativa/opção complementar à tração motorizada é realçada pela continuidade (e em alguns casos um aumento claro) do uso de tal tecnologia,tanto na exploração florestal como na conservação de zonas de elevado valor natural, nos países mais desenvolvidos da Europa, onde se comprovou a sua viabilidade económica, aliada a um menor impacto sobre o meio

▪ Público-alvo do curso avançado

O curso avançado destina-se a estudantes universitários das áreas de Ambiente e Recursos Naturais, assim como  adultos com interesse na aplicação de técnicas sustentáveis na gestão do território / agentes do sector florestal, incluindo os técnicos municipais com funções de gestão do meio, assim como o público em geral.

Pretende-se assim dotar os formandos de conhecimentos e ferramentas adequadas que lhes permitam reconhecer na tração animal uma solução moderna, competitiva e sustentável, como complemento ou mesmo em alternativa aos modelos convencionais normalmente utilizados, garantindo formação avançada de qualidade numa área até agora negligenciada pelos agentes de desenvolvimento rural (decisores políticos, Universidades, ONGs). Importa salientar que a aposta na capacitação de recursos humanos no meio rural favorece a criação de autoemprego e a prestação de serviços no sector primário.

  • Modelo formativo:36 horas de formação teórico-prática /4 dias em horário laboral.
  • Horário:

Período da manhã: 8.30 – 13.00; Período da tarde: 14.00 -18.30.

  • Temas a abordar:

– Segurança nos trabalhos florestais com tracção animal(trabalho com animais e motosserras);

– Técnicas de trabalho em meio florestal com tracção animal (directas e indirectas);

– Ferramentas e veículos específicos utilizadas no trabalho florestal com tração animal;

– Aplicações da tracção animal na gestão florestal:

– Povoamentos de resinosas;

– Galerias ripicolas;

– Bosque de folhosas.

 

  • Formadores:

Alfred Ferris Garcia (ANTA La Esteva);

– João Brandão Rodrigues (APTRAN / CIMO);

– João Paulo Castro (CIMO / ESA-IPB);

– Amílcar Teixeira(CIMO / ESA-IPB);

– Maria do Sameiro Patrício (CIMO / ESA-IPB);

– João Azevedo (CIMO / ESA-IPB).

 

 

▪ Programa teórico-prático do curso avançado: (T = teórico / P = prático)

 

Dia 1, Sexta-feira (12 de Abril): PINTA – Vimioso

Manhã: 

– Operações de abate e desrame de árvores: aspectos a considerar (João Paulo Castro) (T);

– Normas de segurança do motosserrista / equipa de trabalho.

– Abate e desrame;

– Operações de abate e desrame de árvores: aspectos práticos (João Paulo Castro) (P);

– Preparação para retirada das árvores com tracção animal (João Paulo Castro / Alfred Ferris Garcia) (P);

– Aproximação aos equídeos de trabalho (Alfred Ferris Garcia / João Brandão Rodrigues) (T/P);

 

Tarde: 

– Arreios específicos utilizados no trabalho florestal (Alfred Ferris Garcia / João Brandão Rodrigues) (P);

– Condução com rédeas longas (Alfred Ferris Garcia) (Alfred Ferris Garcia / João Brandão Rodrigues) (P);

– Normas de segurança binómio homem / cavalo (Alfred Ferris Garcia / João Brandão Rodrigues) (P)

– Ferramentas específicas utilizadas no trabalho florestal com tração animal (Alfred Ferris Garcia / João Brandão Rodrigues);(P)

 

Dia 2, Sábado (13 de Abril): PINTA – Vimioso

Tracção animal na gestão florestal: povoamentos de resinosas / dia aberto / visita técnica dos Membros da Sociedade Portuguesa Ciências Florestais.

Manhã: 

– Potencial da tração animal em operações de gestão florestal (Alfred Ferrís Garcia);(T)

– Gestão sustentável de povoamentos de resinosas (João Paulo Castro) (T):

– Crescimento e produção de povoamentos florestais de resinosas;

– Planificação e execução de desbastes;

– Estimativa do volume de madeira.

– Técnicas de trabalho em meio florestal com tracção animal – povoamentos de resinosas (Alfred Ferris Garcia / João Brandão Rodrigues)(P);

Tarde: 

– Técnicas de trabalho em meio florestal com tracção animal – povoamentos de resinosas (cont.) (Alfred Ferris Garcia / João Brandão Rodrigues)(P);

– Utilização de veículos florestais (Alfred Ferris Garcia / João Brandão Rodrigues)(P):

Forecarts florestais;

– Arcos florestais;

– Reboques florestais;

– Trenós florestais.

– Exercícios práticos de carga e condução de veículos florestais (Alfred Ferris Garcia / João Brandão Rodrigues) (P).

 

Dia 3, Domingo (14 de Abril): PINTA – Vimioso

Tracção animal na gestão florestal: galerias ripícolas

Manhã: 

– Importância da conservação das zonas ribeirinhas (Amílcar Teixeira) (T);

– Técnicas silviculturais na condução da galeria ripícola (Amílcar Teixeira) (P);

– Abate e preparação para retirada das árvores com tracção animal (Amílcar Teixeira/ Alfred Ferris Garcia) (P);

 

Tarde: 

– Técnicas de trabalho em meio florestal com tracção animal – galerias ripícolas (Alfred Ferris Garcia / João Brandão Rodrigues)(P);

– Técnicas de tiro indirecto para retirada de árvores em locais de difícil acesso (Alfred Ferris Garcia / João Brandão Rodrigues)(P);

– Utilização de veículos florestais (Alfred Ferris Garcia / João Brandão Rodrigues) (P).

 

Dia 4, Segunda-feira (15 de Abril): PINTA – Vimioso

Tracção animal na gestão florestal: bosques de folhosas

Manhã: 

-Abordagem integrada de bosques autóctones de folhosas (Maria do Sameiro Patrício / João Azevedo) (T):

– Floresta multifuncional;

– Gestão dos diferentes estratos – aspectos a considerar;

– Técnicas de trabalho em meio florestal com tracção animal – bosques de folhosas (Alfred Ferris Garcia / João Brandão Rodrigues)(P);

 

Tarde: 

– Técnicas de trabalho em meio florestal com tracção animal – bosques de folhosas (cont.) (Alfred Ferris Garcia / João Brandão Rodrigues)(P);

– Sessão de esclarecimento de dúvidas.

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Oficinas de saber-fazer: Iniciação às técnicas tradicionais de cestaria – escrinho e vime

Data: 16 e 17 de Março de 2019

Local: PINTA – Vimioso

Apresentação:

A cestaria é uma atividade artesanal essencialmente utilitária que ainda tem bastante expressão em algumas aldeias da Terra Fria Transmontana. Muitos dos objectos e utensílios produzidos satisfazem as exigências de várias actividades em meio rural e dão resposta a necessidades da vida doméstica.

Nestas oficinas pretendem-se dar a conhecer as técnicas tradicionais em escrinho e em vime, promovendo e divulgando um ofício bastante relacionado com o quotidiano das comunidades rurais.

Programa:

Sábado: Técnica de escrinho

14:00h – Breve explicação da técnica de cestaria em escrinho
– Preparação do material vegetal

– Experimentação da técnica por parte dos participantes

– execução de uma rodela

17:30h – Fim dos trabalhos

Domingo: técnica de vime

10:00h – Breve explicação da técnica de cestaria em vime

– Preparação do material vegetal

– Experimentação da técnica por parte dos participantes

– execução de uma rodela

 

13:30 – Fim dos trabalhos.

 

Formadores: Rosa Delgado (escrinho); Ema Vila Chã (Vime)

Esgotado. Para ficar em lista de espera inscreva-se aqui

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