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Seminário Turismo: “A oportunidade de afirmação dos destinos inexplorados”

Especialistas, decisores públicos, empresários e empreendedores juntam-se, em Vimioso, para definir estratégias para a afirmação do Turismo em territórios de baixa densidade.

O objetivo deste seminário é encontrar estratégias que possam posicionar Vimioso, e outros territórios de baixa densidade, num patamar competitivo para atrair visitantes e turistas. Existe potencial natural, paisagístico, patrimonial, cultural e gastronómico, existem respostas de serviços de animação, restauração e alojamento mas, apesar de todos estes valores, a procura turística destes destinos ainda não despertou como seria desejável.
Nunca como agora o Turismo teve tanto impacto na economia. Segundo o Banco de Portugal, a rúbrica “Viagens e Turismo”, atingiu em 2017 um volume de receitas para o país que ultrapassou os 15 mil milhões de euros. O problema é que, também nesta matéria, as assimetrias territoriais são enormes e a presença de turistas e, consequentemente, das receitas não chegam às zonas periféricas.
No seminário que a 30 de novembro decorre em Vimioso, alguns especialistas, empresários, decisores públicos e comunicadores trazem o seu contributo, os resultados de investigações, casos práticos de sucesso e refleções sobre o tema.
Cabe ao presidente da Câmara de Vimioso, Jorge Fidalgo, revelar o potencial turístico de território que gere, desde logo o potencial natural, a biodiversidade (40% deste território está integrado na Rede Natura 2000) que sustenta o projeto Vales de Vimioso, o PINTA (Parque Ibérico de Natureza e Aventura) mas também uma enorme riqueza termal, patrimonial, cultural e gastronómica.
De destacar a participação de Antónia Correia, Diretora da Escola de Turismo e Hospitalidade da Universidade Europeia, considerada uma das 100 melhores investigadoras do mundo, que vai falar sobre empreendedorismo em zonas de baixa densidade; Alexandra Touza, consultora e formadora na área de turismo, que desenvolveu na Galiza (Espanha) o projeto “Ponle Cara al Turismo”, um caso de sucesso, que reforçando a identidade local promove o desenvolvimento, através do turismo; Vítor Pereira, consultor especialista em Smart Cities, que aborda a questão da gentrificação, um fenómeno já bem visível nas maiores cidades portuguesas, Lisboa e Porto, onde o número de turistas se torna insustentável.
Miguel Nóvoa, da Associação para o Estudo e Proteção do Gado Asinino (AEPGA), vai mostrar como trabalhar a sustentabilidade
No território há projetos implementados cujos resultados são já visíveis, como é do Parque Biológico de Vinhais, o Parque Natural Regional do Vale do Tua ou o GeoPark dos Cavaleiros. Em fase de implementação e desenvolvimento temos os Vales de Vimioso e os Lagos do Sabor. São iniciativas de valorização regional que dão um forte impulso à estratégia global que falta encontrar. Neste seminário cada um dos responsáveis pelos referidos projetos, num diálogo colaborativo e aberto, vai apresentar uma ideia de cooperação, um desafio comum, que possa trazer resultados para o todo regional.
E faltam os empresários, os empreendedores, aqueles que, na verdade, são os verdadeiros embaixadores turísticos, aqueles que recebem e prestam serviços aos turistas.
Na área da restauração e alojamento, António Gonçalves, responsável pela gestão da Pousada de Bragança e do Restaurante G, vai partilhar a sua visão de desenvolvimento; na área dos produtos da terra, Sónia Alves, gestora da marca “Squesito”, vai explicar como a inovação e a comunicação podem influenciar na valorização dos produtos endógenos.
A completar esta jornada de reflexão o seminário contempla ainda um Workshop em “Marketing e Comunicação”, desenvolvido por Ana Fragoso, consultora de comunicação, e Cátia Barreira, jornalista. É o momento de compreender como a forma como se comunica influência o sucesso dos projetos.
E há uma vertente que não pode ser esquecida: a dinamização dos eventos. O seminário encerra, precisamente, com a apresentação de um dos maiores eventos de Vimioso, a Feira de Artes Ofícios e Sabores, que decorre de 14 a 16 de dezembro.

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Oficina científica – Anilhagem de pequenas aves

A Anilhagem científica é um método de investigação que se baseia na marcação individual das aves. Qualquer registo de uma ave anilhada, obtido através da sua recaptura e posterior libertação ou quando a ave é encontrada morta, poderá fornecer-nos muita informação acerca da vida dessa ave e, em particular, sobre os seus movimentos.

Pretende-se, com esta oficina dar a conhecer o processo de anilhagem de aves e a diversidade de espécies nesta região. Os participantes têm ainda a possibilidade de tocar e libertar algumas das aves capturadas.

 

HORA E LOCAL:

8:00h – Encontro em Serapicos (junto ao largo principal)

12:30h – Final da atividade

 

INSCRIÇÕES LIMITADAS! Inscreva-se aqui

Número mínimo de participantes: 5

Número máximo de participantes: 15

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Saída de campo – Observação e identificação de borboletas diurnas

As borboletas, para além de enriquecerem a paisagem e nos maravilharem com um espetáculo colorido a pulular entre as flores, prestam-nos serviços consideráveis pois tal como as abelhas são insectos polinizadores. Esta saída de campo tem lugar na excelência do território da Rede Natura 2000 e pretende lançar as bases na identificação das espécies mais comuns de borboletas diurnas, sensibilizando para a importância da sua conservação.

Data: 14 de Julho de 2018

Local: Serapicos – Parque ibérico de natureza e aventura (PINTA) – Vimioso

Orientação: Ângela Cordeiro (PINTA)

Programa:

10:00 – Encontro de participantes

10:15 – Breve introdução aos lepidópteros

10:30 – Início do percurso para observação de borboletas diurnas

12:30 – Fim da actividade

 

A participação é gratuita mas a inscrição é obrigatória.

Inscrição

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Parque Ibérico Natureza e Aventura inaugura equipamentos de apoio

Equipamentos de apoio ao Parque Ibérico de Natureza e Aventura (PINTA) já abriram ao público.

O PINTA é um parque que tem a dimensão do próprio concelho e que pretende preservar, valorizar e promover os valores naturais, culturais, patrimoniais e humanos deste território.

Mais de 40% do território do concelho de Vimioso integra a Rede Natura 2000. Este dado já revela o valor do ecossistema local, a importância da biodiversidade existente na área do município, que tem a particularidade de ser atravessado por três rios: Maçãs, Sabor e Angueira.

Aqui reside o fundamento da criação do Parque Ibérico de Natureza e Aventura (PINTA) mas este Parque pretende ir muito mais além dos valores naturais e, por isso, na sua designação tem a “Aventura”.

É um convite à descoberta do território, um convite à visitação e à experimentação. É um apelo ao sentir o pulsar de um concelho que tem uma identidade muito definida, que tem nas suas gentes a maior riqueza e a garantia de que os valores naturais, patrimoniais, culturais se mantêm, em harmonia e equilíbrio.

O PINTA é um ponto de partida para a descoberta e também um local de aprendizagem e educação. O projeto contempla uma área edificada, integrada na natureza, onde dispõe de diversos equipamentos de apoio ao conhecimento, à visitação e à educação:

– Esse espaço integra a Porta da Rota da Terra Fria Transmontana que é, essencialmente, um local de interpretação do território, uma experiência interativa que convida a dar o salto para a realidade, para experimentar os cinco concelhos que integram a designada Terra Fria Transmontana: Vimioso, Bragança, Miranda do Douro, Mogadouro e Vinhais.

Este espaço aposta nas emoções sensoriais, convidando o visitante a experimentar o “cubo dos sentidos”, que recorrendo a imagens, sons, aromas e objetos relacionados com o concelho de Vimioso, permite um primeiro “sentir” do território.

Possui informação diversa sobre a Rota o visitante pode conhecer o potencial patrimonial, gastronómico, cultural, etnográfico, etc. e planear, através da enumeração dos Pontos de Interesse georreferenciados, a sua visitação ao território. Há ainda uma área expositiva com artesanato e produtos locais que o visitante pode adquirir na Porta ou ser encaminhado para o produtor/artesão.

– Conta com o Centro Expositivo da Rede Natura 2000. É um recurso de apoio e uma plataforma de incentivo à visitação do território de Vimioso, com especial incidência nos espaços da Rede Natura 2000, evidenciando o património natural e cultural dos Vales de Vimioso. Tem como objetivo central a receção e apoio ao visitante, através da exposição de conteúdos pedagógicos interpretativos. A partir deste centro, os visitantes são também incentivados a percorrer e conhecer o concelho, pela rede de percursos pedestres e pontos de interesse assinalados. Possui ainda um pequeno observatório de aves para o visitante poder conhecer e interagir com a biodiversidade envolvente e um mini-laboratório de apoio a algumas das atividades a desenvolver neste centro.

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Sons&Ruralidades – Festival de Ecologia, Artes e Tradições Populares (13ª edição)

O conhecimento tradicional é um factor de consciência ecológica no seu papel de formação e conservação do ambiente.

O festival Sons & Ruralidades, pretende ser um novo modelo de festival cultural, superando o espaço e tempo do festival para revitalizar e regenerar a região rural do nordeste transmontano.

Abençoada pela natureza, esta região possui uma forte relação com a terra através das actividades agrárias. Apesar disto está em processo de despovoação em parte devido à perda de importância da agricultura como motor de dinamismo dos espaços rurais e por uma desagrariação do meio rural e a consequente migração e envelhecimento da população.

Este festival faz parte de um programa de desenvolvimento para esta região, procurando que a arte e a cultura sejam a causa para a revitalização da região, procurando novas aproximações artísticas, sociais e económicas. Estimulando sinergias entre o património faunístico e florístico e o património cultural, material e imaterial. Pensando os humanos como parte da natureza e a biodiversidade como um todo. Criando novas oportunidades de criar e de reflectir colectivamente sobre o desenvolvimento local e proporcionando novas visões de futuro.

Paralelamente ao processo de globalização e da suposta homogeneização cultural à escala mundial, instala-se a revalorização da diversidade, tornando-se necessário respeitar e incorporar nos processos de desenvolvimento a cultura das populações destinatárias.

Segundo David Barkin, a sustentabilidade não é apenas um assunto de protecção do ambiente, de justiça social e de desenvolvimento mas trata sobretudo das pessoas e da nossa sobrevivência como indivíduos e cultura. Manifestando uma preocupação em observar de que modo sobrevivem os grupos sociais. Sendo a sustentabilidade uma luta pela diversidade em todas as suas dimensões, pela participação e pela revisão da forma como as pessoas vivem e trabalham.

De forma a estabelecer uma sólida fundação ética para a sociedade global emergente ajudando a construir um mundo sustentável baseado no respeito pela natureza, direitos humanos, justiça económica e uma cultura de paz. Tornando-se imperativo que assumamos responsabilidade pelos outros, por todos os seres e para as futuras gerações.

A entrada é livre mas sujeita a inscrição prévia.

PROGRAMA

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“Biodiversidade a 100 por censo”

A chegada da Primavera ao Nordeste transmontano celebra-se com a realização da iniciativa “Biodiversidade a 100 por censo” uma actividade que pretende descobrir e censar a fauna e flora do vale do Rio Angueira.

Esta actividade decorrerá nos próximos dias 19 e 20 de Maio em Serapicos, Concelho de Vimioso. Esta região encontra-se num local privilegiado, numa zona de transição entre o Planalto Mirandês e os vales dos rios Angueira, Sabor e Maçãs, o que permite a existência de condições excepcionais para a ocorrência de algumas das espécies de fauna e flora mais emblemáticas. Estes vales constituem-se como autênticos santuários de biodiversidade, estando integrados na sua totalidade no espaço da Rede Natura 2000.

Com esta actividade pretende-se que os participantes aprendam as diversas técnicas de censo para fauna e flora, mas também que as apliquem directamente no terreno, permitindo a obtenção de dados que ajudem a censar a biodiversidade existente na região. Para tal, foi convidado um grupo de especialistas nas mais diversas áreas da Biologia como formadores para esta actividade, que serão sem dúvida o garante de um fim-de-semana em pleno.

Informações:

A actividade é gratuita mas a inscrição é obrigatória e as vagas são muito limitadas!

Formadores e respectivas áreas da Biologia

Amílcar Teixeira (ESA-IPB) – Ictiofauna

Ângela Cordeiro (ALDEIA) – Borboletas diurnas

Bárbara Fráguas / José Jambas (ORIOLUS) / Avifauna | Anilhagem

Carlos Aguiar (ESA-IPB) – Botânica

Francisco Amorim e Vanessa Mata (CIBIO-InBIO) – Quirópteros

Francisco Álvares (CIBIO-InBIO): Mamíferos de médio e grande porte – carnívoros e ungulados

Joana Paupério (CIBIO-InBIO): Micromamíferos

Joana Marques (CIBIO-InBIO): Líquenes

José Teixeira (CIBIO-InBIO): Répteis e anfíbios (a confirmar)

Maria Villa; Carlos Villar Reis; Isabel Cristina de Sousa Rodrigues (ESA – IPB): Entomofauna

Rui Cardoso Ramos (FUNGIFRESH): Micologia

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PR3 VMS – Dos pombais de Uva ao Castelo de Algoso

Partindo da aldeia de Uva passará nas antigas eiras do povo atravessando campos com oliveiras centenárias, seguindo depois ao lado de campos de cultivo e lameiros com enormes freixos e delimitados por muros de fincões.

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